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Tratamento do Diabetes Tipo 1
É fundamental a compreensão do tratamento:
No diabetes tipo 1, como o pâncreas não produz insulina, e este é um hormônio essencial à vida, o tratamento é necessariamente com reposição de insulina.
A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas. Por ser uma proteína, ela não pode ser ingerida por via oral, pois, nesse caso, seria digerida pelas enzimas do aparelho digestivo.
Para o controle adequado são necessárias tanto uma insulina de ação lenta (controla a glicemia de jejum e entre as refeições) quanto uma insulina de ação rápida (controla a glicemia após a refeição).
Principais tipos de Insulina:
Existem insulinas humanas e análogas.
As insulinas análogas tiveram a sua estrutura molecular modificada, com o objetivo de alcançar um perfil de ação mais próximo do fisiológico.
Existem análogos de ação lenta, rápida ou bifásica.
Para cada paciente, uma determinada insulina é mais adequada. Essa é uma decisão do médico, de acordo com cada caso. O importante é a busca do bom controle glicêmico.
Sistemas de Aplicação de Insulina
Aplicação com seringa
Materiais necessários: insulina, seringa e agulha.
1. Lave bem as mãos e o local de aplicação.
2. Verifique se a seringa é a correta, pois há seringas que são graduadas de 1 em 1 unidade e há aquelas de 2 em 2 unidades.
3. Se usar insulina de ação intermediária de aspecto leitoso (por exemplo, NPH), agite suavemente o frasco até que o líquido fique homogêneo.
4. Introduza uma quantidade de ar na seringa, que corresponda à dose de insulina prescrita pelo seu médico, e injete lentamente o ar dentro do frasco, mantendo-o na posição vertical, em frente aos olhos.
5. Vire o frasco de cabeça para baixo, bata na seringa com os dedos, suavemente, para retirar as bolhas de ar.
6. Injete o excesso de insulina no frasco e retire a agulha.
7. Faça uma prega na pele na região da aplicação e introduza a agulha em ângulo de 90º no tecido subcutâneo. Em crianças e pessoas magras, introduza a agulha a 45º no tecido subcutâneo.
8. A prega deve ser solta antes da aplicação. Injete a insulina lentamente, retire a agulha e pressione o dedo no local da injeção (sem massagear).
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Canetas de aplicação
Outra novidade que já chegou ao Brasil, são as canetas prontas para uso. Com essas canetas, o paciente não precisa trocar o refil, uma vez que elas já vêm prontas para utilização.
O refil das canetas, após iniciado o seu uso, pode ser mantido em temperatura ambiente.
As agulhas utilizadas nas canetas são também bastante finas e pequenas.
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