Quase 50% dos pacientes com DM2 em uso de insulina basal não estão controlados (HbA1c≤7.0%)1,2 e têm um risco maior de desenvolver complicações.3,4

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Riscos da hiperglicemia em pessoas com diabetes tipo 2:5
 

Cegueira

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Falência renal

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Amputações

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Riscos da hipoglicemia em pessoas com diabetes tipo 2:6

  

- Ansiedade

- Palpitações

- Fraqueza

- Aumento da frequência cardíaca

- Fome

 



O tratamento do DM2 envolve mudanças no estilo de vida e diversas opções de medicamentos para o Diabetes Tipo 2


O diabetes tipo 2 é uma doença complexa que afeta múltiplos órgãos com algumas opções de tratamento disponíveis.7-9

 

Dois tratamentos de uso comum após a terapia oral antidiabética (ADO), em conjunto com mudanças no estilo de vida, como uma dieta equilibrada e exercícios, para ajudar a controlar os níveis de glicose no sangue são:7

 

        Insulina basal10 - Controla os níveis de glicemia entre as refeições (controle glicêmico em jejum).

 

   AR GLP-1: agonista do receptor de GLP-1 Controla os níveis de glicose no sangue durante e entre as refeições (pós-prandial e controle glicêmico em jejum). 

 


Pacientes podem hesitar em aderir ou intensificar o tratamento do DM2

Um pouco dessa resistência pode ser explicada pelas diferenças nas percepções de controle e nos obstáculos de controle entre profissionais de saúde e pacientes com diabetes tipo 2 não controlados com insulina basal.

Uma melhor compreensão dessas diferentes percepções pode ajudar a melhorar o tratamento do diabetes, bem como ajudar os pacientes com diabetes tipo 2 a obter um melhor controle glicêmico.

Referências:
1.
Casagrande S, et al. The prevalence of meeting A1C, blood pressure, and LDL goals among people with diabetes, 1988–2010. Diabetes Care 2013;36:2271–2279. 2. García-Pérez LE, et al. “Adherence to Therapies in Patients with Type 2 Diabetes.” Diabetes Therapy 2013;4:175–194. 3. Bots SH, et al. The influence of baseline risk on the relation between HbA1c and risk for new cardiovascular events and mortality in patients with type 2 diabetes and symptomatic cardiovascular disease. Cardiovasc Diabetol 2016;15:101. 4. Stratton IM, et al. Association of glycaemia with macrovascular and microvascular complications of type 2 diabetes (UKPDS 35): prospective observational study. BMJ 2000;321:405–412. 5. International Diabetes Federation. Diabetes Atlas 7th Edition. 2015 Available at http://www.diabetesatlas.org/. Last accessed January 2017. 6. Ahren B. Avoiding hypoglycaemia: a key to success for glucose-lowering therapy in type 2 diabetes. Vasc Health Risk Manag 2013;9:155–63. 7. Inzucchi SE, et al. Management of hyperglycemia in type 2 diabetes: a patient-centered approach: position statement of the American Diabetes Association (ADA) and the European Association for the Study of Diabetes (EASD). Diabetes Care 2015;38:140–9. 8. Garber A, et al. AACE/ACE comprehensive type 2 diabetes management algorithm 2016. Endocr Pract 2016;22:84–113. 9. Cornell S. Continual evolution of type 2 diabetes: an update on pathophysiology and emerging treatment options. Ther Clin Risk Manag 2015;11:621–32. 10. Eng C, et al. Glucagon-like peptide-1 receptor agonist and basal insulin combination treatment for the management of type 2 diabetes: a systematic review and meta-analysis. Lancet 2014;384(9961):2228–2234.

 

Material destinado exclusivamente para profissionais de saúde habilitados a prescrever e dispensar medicamentos. Março/2018 - XUL-006-01/2018.